A FORÇA DAS PALAVRAS


loboCerta vez, uma matilha de lobos estava viajando pela floresta, quando dois deles caíram num buraco. Assustado o grupo rodeou o buraco e, quando percebeu quão profundo ele era, gritaram que os dois podiam considerar-se mortos.
Os dois ignoraram o aviso e tentaram com toda a força e vontade pular para cima e sair daquilo que mais parecia um precipício . A matilha continuou gritando que não adiantava tentar sair porque o buraco era muito fundo e eles estavam perdidos, podiam economizar suas forças e considerar-se mortos. Depois de algumas tentativas, um dos lobos deu ouvidos ao aviso de que já estava perdido e desistiu, deitou-se e morreu.
O outro lobo continuou tentando sair, colocando em cada pulo toda a sua força. Mais uma vez o grupo gritou aconselhando a parar de tentar que isto só levava à frustração e sofrimento, que era melhor desistir e morrer logo. Enquanto a matilha gritava o lobo no fundo do buraco pulava cada vez com mais força e vontade até que conseguiu cair fora do buraco. Quando isto aconteceu os outros o rodearam perguntando, você não nos ouviu? O lobo explicou que era surdo. Durante todo tempo, ele acreditara que o grupo o estava encorajando.

Moral da história:

Existe poder de vida e morte no que se diz. Dizer palavras de encorajamento para alguém que está passando um momento difícil pode dar a energia e a ajuda que o outro precisa para completar uma tarefa.
Uma palavra destrutiva dita a alguém no momento errado, pode empurrar o outro ainda mais para o fundo do abismo. Tenha cuidado com o que diz, tente sempre usar uma linguagem positiva com aqueles que cruzam seu caminho. Qualquer um pode dizer coisas que roubam a energia que o outro precisa para atravessar tempos difíceis.

Publicado por Michael Cyrus

Husband, father, professor, business administrator. Esposo, pai, professor, administrador de empresas.

Um comentário em “A FORÇA DAS PALAVRAS

  1. Parabéns pelo texto CYRUS!

    Aprendendo com o Lobo Sudo.

    As pessoas no mundo inteiro, realmente precisam de palavras boas que produzam um efeito positivo em suas vidas, pois de menságens que insitam a vilência, o sensualismo, o sensacionalismo, e até o fracacismo e o derrotismo, é o que mais vemos no dia a dia. Mas, percebo que o texto é rico em muitas lições que vale a pena serem comentadas: A 1ª lição, a atitude dos companheiros, os que não “cairam” no buraco, e em nenhum momento eles tentaram ajudá-los ou fazer alguma coisa para os tirar daquela situação, somente palavras de desânimo. A 2ª lição, é em relação a atitude dos que tinham caido, começaram lutando até que um deles resolve parar de tentar sair daquela situação por causa das palávras de desânimo que ouvia por parte dos que o “assistiam”.

    Penso que seria importante aprender com o lobo surdo e com o fracasso da tentativa de comunicação dos “companheiros” dele. Vejamos que nesse caso apenas um deles morreu, o outro por não compreender o que eles tentavam dizer continuou lutando até conseguir sair.

    Segundo os estudiosos e isso é facilmente perceptível por todas as pessoas, que nós os seres humanos temos uma capacidade muito grande de socializar e de compartilhar idéias e pensamentos e isso só é possivel através da comunicação. Mas para tanto é preciso que esta funcione perfeitamente é preciso que os ouvintes considerem também os elementos da comunicação, todos nós somos seres pensantes, é preciso processaar a informação recebida de forma correta. Por exemplo: um dos elementos importante da comunicação é o “Emissor” – aquele que envia a mensagem, precisamos saber se ele é confiável ou não. o outro é o “Destinatário” – é aquele a quem a mensagem é endereçada e se este fou eu eu preciso saber se o que ele está dizendo de mim ou pra mim se é verdadeiro ou não e isso já engloba um outro elemento a “Mensagem”. E ainda tem o “Canal de comunicação” e “Codigo” que implica pensar de que forma ele está transmitindo e o que isto vai me custar se eu acreditar nele ou não.

    O que eu quero dizer é que não somos obrigados acreditar e assimilar tudo o que vemos e ouvimos, somos também seres pensantes dotados de inteligencia dada por Deus para que possamos usufruir da melhor forma possivel. esta é uma menságem tambem para os ouvintes ou destinatarios apenas passivos, é preciso sermos como os crentes de Beréia eles conferiam se as coisas eram realmente assim. (Atos 17: 10,11)

    Um abraço a todos.

    Ev. Edjenaldo

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